A ESPM trouxe para Manaus os seus Cursos Itinerantes voltados para diversas áreas. Nós da 92dpi não podíamos ficar de fora dessa excelente iniciativa de obter mais conhecimento.
Martha Gabriel é diretora de tecnologia da New Media Developers. Coordenadora e professora do curso de MBA em Marketing da HSM Educação e do curso de MBA em Marketing na Era Digital da Trevisan Escola de Negócios, em São Paulo. Graduada em engenharia, pós-graduada em marketing e design, mestre e doutoranda em artes (ECA/USP).
Vejam este vídeo onde Martha Gabriel fala sobre o Marketing na Era Digital.
Até bem pouco tempo, as tradicionais agências de publicidade ditavam as regras paras as marcas no que tange não só à publicidade, mas à gestão de imagem como um todo. Por décadas o broadcasting reinou soberano. Era cômodo acreditar que o consumidor estaria sempre aberto a receber a informação e consumi-la sem rejeição, como no exemplo clássico do telespectador ou leitor de jornal. Como num passe de mágica, a propaganda fazia os potenciais clientes levantarem de suas poltronas e correrem ao supermercado.
Pra reforçar o discurso falava-se muito em “posicionamento”, “branding” e tais coisas. Como numa embalagem bonita, os títulos serviam pra aumentar o conceito de produto premium – contém ferro, fósforo e vitamina A – e todo mundo comprava achando que ficaria mais forte.
Com o advento da internet muita coisa mudou. Agora o cliente tem voz e tem o direito de ser ouvido. Do marketing de interrupção para o de permissão, ou seja, é preciso pedir licença para participar da conversa. Basicamente o monólogo tornou-se um diálogo.
Para as marcas tudo ficou mais difícil também. Antes era só entregar a conta para a agência, pagar a veiculação do vt ou anúncio de jornal e a mágica acontecia. Dentro da empresa, o departamento de marketing, quando havia, dava cobertura ao engodo. O marketing, que deveria ser um porta-voz do consumidor dentro da empresa, ia contra todos os seus princípios, renegando o diálogo e priorizando a promoção.
Hoje em dia, ainda há agências assim, que procuram justificar suas contas, não só com “branding”, mas com “social media”, “guerrilha” e outras palavras da moda. Investir em presença digital é um processo que leva tempo, e não consiste apenas em ações isoladas. Em suma, o jogo mudou, mas ainda há velhos players no mercado jogando à moda antiga.
O consumidor está menos sensível a propaganda e mais exigente, disposto tanto a ser um advogado da marca quanto um detrator, quando for o caso. A internet tem esses dois lados, tanto pode alavancar um marca, quanto derrubá-la. Tudo vai depender de uma gestão digital coerente.
Pra complementar, vale a pena assistir esse video, que resume bem essa mudança na realidade das marcas nos últimos tempos.
Estas empresas apostaram na nossa metodologia e hoje estão aumentando a cada dia a sua presença e relevância nos meios digitais através da gestão de canais digitais.
Independente do segmento de mercado, a sua marca pode obter os benefícios da 92ID – Inteligência Digital, mediante uma análise prévia da nossa equipe, afim de traçarmos a estratégia mais coerente e alinhada às suas necessidades.
Aproveitando que todo começo de ano é tempo de resoluções, que tal pensar em como melhorar sua presença digital em 2012? A 92dpi pensou em 10 passos que podem ser um bom começo!
1. Planeje sua presença digital
Ante de tudo, faça um diagnóstico da sua marca e alinhe os objetivos de comunicação.
2. Desenvolva e mantenha um site
Ter um website é indispensável para qualquer empresa, sendo o ponto de partida para a estratégia digital.
3. Relacione-se nas redes sociais
Estabeleça um diálogo nas redes sociais, mantendo-se presente onde seu público está.
4. Produza conteúdo relevante
Diferencie-se da multidão oferendo algo que seja útil para as pessoas.
5. Esteja visível através de Search Engine Otimization
É vital nos dias de hoje ser encontrado nos mecanismos de busca, como o Google.
6. Invista em publicidade on-line
É mais barata que a publicidade convencional e dá mais resultados.
7. Comunique-se com seu público através de email-marketing
Não significa fazer uso de spam, mas planejar a comunicação deste que ainda é o principal meio de comunicação na internet.
8. Fique atento às métricas
Tanto no site como nas redes sociais é possível medir cada ação executada, visualizando os resultados obtidos.
9. Seja flexível
A palavra da vez é mobilidade. Amadureça a ideia de ter um site mobile, otimizado para os principais smartphones do mercado.
10. Não esqueça do Offline
Não adianta sua empresa ter a aparência de 2.0 se na essência ela é 1.0. Uma postura digital começa de dentro pra fora da empresa.
Essa música representa do carinho que temos por essa terra linda que é o Amazonas. Todos os dias trabalhamos para que nossos clientes tenham a visibilidade que merecem juntamente com seus produtos e serviços de qualidade incontestável. Obrigado a todos que acreditaram no potencial da 92dpi em 2011 e que o ano de 2012 seja mais relevante e repleto de prosperidade e luz! Só temos a agradecer ao cara lá de cima pois com menos de 01 ano de empresa já conquistamos a confiança e respeito de alguns empresários desta terra linda.
Recentemente uma grande empresa de Manaus anunciou o lançamento de aplicativos para iphone e ipad. Ficamos muito felizes porque, como usuários de plataforma mac, somos entusiastas de aplicativos para dispositivos móveis.
Mas… vamos pensar estratégicamente, do ponto de vista de uma marca que quer ter uma presença digital.
Pra começar nosso raciocínio, faça uma conta: Quantos amigos seus têm iphone ou ipad? Agora tente lembrar quantos amigos você tem no Facebook. O primeiro número é bem menor que o segundo certo?
É esse raciocínio banal, que não seria esquecido pelo mais relapso planner digital, é que é ignorado por alguns. Aplicativos mobile vão deixar a sua empresa com aparência de inovadora, mas não trazer mais lucros, afinal o grande público foi ignorado.
Semana passada participamos de uma evento na Uninorte, em que podemos falar sobre nossa metodologia de projetos incluindo nosso framework Inteligência Digital e importância dos 5 pilares que o sustentam. Vender essa ideia é dificil porque é uma estratégia de médio à longo prazo.
Já vender a ideia de aplicativos mobile é mais fácil, dada a verdadeira “corrida do ouro” e o fascínio que essa tendência exerce. Infelizmente, muitas vezes o aplicativo não está atrelado a nenhuma estratégia maior, sem uma definição clara de objetivos.
Na ânsia de parecerem “high tech” há empresas que possuem aplicativos mas não possuem sites, muito menos uma presença digital, o que claramente é colocar a carroça na frente dos bois.
Aproveitando o tema quente que rolou esta semana aqui no blog, publicaremos algumas orientações sobre as regras que regulam esse meio tão democrático que é a internet.
Neste primeiro post lhe apresentaremos o Creative Commons, que a Wikipedia define da seguinte forma:
Creative Commons é uma organização não governamental sem fins lucrativos localizada em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos, voltada a expandir a quantidade de obras criativas disponíveis, através de suas licenças que permitem a cópia e compartilhamento com menos restrições que o tradicional todos direitos reservados. Para esse fim, a organização criou diversas licenças, conhecidas como licenças Creative Commons.
No tocante ao “sem fins lucrativos” não entedi a parte que aparece esta Store no domínio com um modelo meia boca vendendo camisas e bottons. Enfim…
Manja Creative Commons? Então. Em português isso significa que você pode copiar e redistribuir partes do conteúdo que lê aqui, desde que o texto não exceda 500 caracteres, mencione a fonte e faça o link de volta para cá. Mas a moleza acaba aí. Você não pode colocar palavras na minha boca, nem usar o que eu escrevi para fins comerciais, aquela coisa.
Simples assim…
Enfim, tais regras existem e muitos bloqueiros as seguem à risca, bacana ler e saber que ao replicar (forma educada de dizer “copiar”) a produção de conteúdo alheia, respeitar tais regras fazem da web um ambiente mais saudável.
Mais um portal adentra na web amazonense! Um dos maiores portais de notícias do Brasil chegam ao Amazonas com a mesma qualidade do jornalismo do seu portal nacional: O G1.
Com conteúdo focado na região, o portal traz somente conteúdo relacionado ao nosso estado. Uma característica pouco explorada nas opções de conteúdo local. A estrutura da ferramenta permanece com os mesmos padrões de qualidade do portal a nível nacional.
O Portal G1 Amazonas disputará a atencão dos visitantes interessados em conteúdo da nossa região com os portais listados abaixo:
A verticalização de conteúdo é uma tendência que grandes empresas de conteúdo pelo mundo inteiro,que adotam esta estratégia com o objetivo de obter audiência de qualidade e tirar proveito de nichos de comércio. Dos 26 estados brasileiros o G1 já está presente em 13, confira abaixo:
A máxima que intitula este post é tão sincera e eficiente que funciona até nos meios digitais.
Adotamos a bandeira “Ser Relevante” (Be Relevant), como forma de nunca esquecer a premissa básica dos projetos desenvolvidos para nossos clientes. Ser relevante pode até soar arrogante, mas por definicão é simples.
Segue a definição de relevante, segundo o dicionário Michaelis:
re.le.van.te
adj m+f (lat relevante) 1 Que releva ou fica em relevo. 2 Importante, saliente. 3 De grande monta ou valor. 4 Indulgente, condescendente. sm p us Aquilo que é preciso; o indispensável.
Atualmente dispomos de inúmeros recursos tecnológicos, blogs, redes sociais, microblogs, dentre outros milhares de serviços que pipocam na web. Nós da 92dpi, quando olhamos uma marca, imaginamos uma pessoa, e nos perguntamos quais qualidades possui e quais podemos desenvolver mediante um trabalho de comunicação. Afinal de contas, web é na sua essência, comunicação.
Vejo muitas empresas com disposição ($$$) mas sem foco no que realmente busca no meio digital. Muitas querem um site, mas não tem o mínimo para se iniciar um: Textos, imagens e demais itens que levarão a mensagem para o meio. Sim, um site não faz milagres, ele é uma ferramenta de comunicação poderosa, mas sem determinados ingredientes ele soa como aquela conversa chata e que você não vê a hora de acabar.
Comece do zero, antes de pensar em internet, pense na imagem da sua empresa junto às pessoas, pense numa forma de conquistar seu público através de um produto ou serviço de boa qualidade. Depois pense em ter site, fanpage, twitter ou qualquer outra coisa que alguém venha lhe oferecer.
De nada adianta ter um site se você não tem informação de qualidade, ter uma Fan Page, se você não produz conteúdo pra este meio, ter uma conta no twitter se você começa o dia com um “Bom dia” caloroso aos seus seguidores, pra quê?
Antes de olhar para os 22 milhões de pessoas que curtem a FanPage da marca RedBull, olhamos para as várias ações que esta marca faz mundo afora, isso nos faz pensar que não existe fórmula mágica. Existe trabalho e consciência de que é preciso muito esforço para se chegar onde se quer. Dá uma olhada no site dos caras, um mundo de informação para seu público.
Nunca duvidei do potencial da cidade de Manaus nos diversos aspectos positivos que conhecemos e outros que somos obrigados a acreditar graças à campanhas milionárias que governo e prefeitura veiculam nos principais veículos de comunicação de nossa cidade.
Contudo, estranho o fato dos nossos portais que tinham como missão falar da nossa terra, se transformarem em verdadeiros repositórios de press releases das respectivas instituições, uma pena.
Quando falo de algo que nos referencie além de nossas fronteiras não se trata disso. Falo de destacar nossas reais qualidades do ponto de vista turístico e cultural. Afinal de contas vendemos essa imagem de pólo turístco há um bom tempo.
Os resultados acima aparecem entre as 5 primeiras posições da primeira página de busca do Google. Notem que quando buscamos apenas por Manaus, o título e sua descrição não são nada convidativos, ao contrário dos termos seguintes: Rio de Janeiro e São Paulo.
Tais portais foram desenvolvidos e são mantidos por suas respectivas prefeituras, ou seja, existe uma consciência por parte dos engravatados de lá, que buscam relevância na web.
Segue abaixo uma prévia das homes dos portais. Notem o volume de informação e o profissionalismo que os mesmos apresentam.
O tratamento que estas capitais dão as suas informações turisticas já é mais consistente e realmente útil para os que visitam sua cidade. Sem contar as inúmeras iniciativas privadas que são listadas em outras situações: Guia SP, Veja SP, Guia RJ, Veja Rio, dentre outros.
Quem visita nossa cidade, não quer saber quem construiu o viaduto fulano de tal ou quem reformou uma praça qualquer. Nosso visitante quer informação rápida, fácil e coerente com nossa realidade, ou seja, ele busca relevância.