Bilhões de pessoas passam pelo mundo, mas somente algumas são lembradas, poucas deixam uma marca que o tempo não apaga. Vivemos na era da informação. Da informação fácil, abundante e, muitas vezes, inútil.
A História é capaz de filtrar os fatos e as pessoas mais relevantes, separando aqueles personagens que contribuíram ativamente para a construção de um mundo melhor, daqueles que tiveram uma passagem discreta.
Vivemos também na era do consumo. Nunca se consumiu tanto na história da humanidade. Mas também nunca foi tão difícil vender para esse consumidor cada vez mais exigente. A velha propaganda que ditava o que era bom, não funciona mais. O consumidor sabe que é ele que está no comando. Da mesma forma que somente algumas pessoas são lembradas, apenas as marcas que obtiverem o selo da relevância encontrarão espaço na mente das pessoas.
Antes o foco era dizer o quanto seu produto era bom. Hoje é tornar-se útil, relevante e imprescindível na vida das pessoas. É estar perto quando se precisa (encontrabilidade), ser amigável (personalizável), confiável (reputação), entender, ouvir. Características cada vez mais humanas.
No fim, as marcas são como as pessoas, as mais relevantes pra você são aqueles que fazem parte da sua história de vida – seus pais, seus filhos, seus amigos – os quais você não troca por dinheiro algum.



















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